Doação de Campanha


A doação pode ser feita por meio de cheque nominal, Transferência, TED, DOC ou depósito identificado na conta bancária da campanha.

O depósito deve ser identificado com seu nome completo e CPF. Confira só os dados:

Banco do Brasil
Agência: 00000X00
Conta Corrente: 00000-0
Eleição 2012 NOME DO CANDIDATO Prefeito /Vereado
CNPJ: 00.000.000/0001-00

Após realizar seu depósito, por favor, preencha o formulário abaixo para podermos lhe entregar seu recibo eleitoral:

Para fazer seu depósito, esteja atento aos seguintes requisitos:

1. Pessoas jurídicas só podem doar até, no máximo, 2% do rendimento bruto auferido no ano passado.

2. Pessoas físicas só podem doar até, no máximo, 10% de toda a renda obtida no ano passado.

3. Confira também as fontes proibidas de arrecadação (clique aqui para acessar).

Após realizar seu depósito, por favor, preencha o formulário abaixo para podermos lhe entregar seu recibo eleitoral:

Cadastro para Doador de Campanha















Muito obrigado! Contamos com você em todos os dias desta caminhada!

Da arrecadação de campanha

DA ARRECADAÇÃO

Das Origens dos Recursos
Art. 15.  É vedado a partido político, comitê financeiro e candidato receber, direta ou indiretamente, doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie, procedente de (Lei n. 9.504/97, art. 24, I a XI):
I – entidade ou governo estrangeiro;
II – órgão da administração pública direta e indireta ou fundação mantida com recursos provenientes do poder público;
III – concessionário ou permissionário de serviço público;
IV – entidade de direito privado que receba, na condição de beneficiária, contribuição compulsória em virtude de disposição legal;
V – entidade de utilidade pública;
VI – entidade de classe ou sindical;
VII – pessoa jurídica sem fins lucrativos que receba recursos do exterior;
VIII – entidades beneficentes e religiosas;
IX – entidades esportivas;
X – organizações não governamentais que recebam recursos públicos;
XI – organizações da sociedade civil de interesse público;
XII – sociedades cooperativas de qualquer grau ou natureza, cujos cooperados sejam concessionários ou permissionários de serviços públicos e estejam sendo beneficiadas com recursos públicos (Lei n. 9.504/97, art. 24, parágrafo único);
XIII – cartórios de serviços notariais e de registro.
§ 1º  O uso de recursos recebidos de fontes vedadas constitui irregularidade insanável e causa para desaprovação das contas.